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Anvisa proíbe venda de suplementos alimentares irregulares; confira marca

Publicada em: 30/05/2026 07:49 -

Foto: Rafa Neddermeyer / Agência Brasil

 

 

 

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quinta-feira (28), a apreensão do suplemento alimentar líquido Rejuvita 30 ml, fabricado pela empresa Rejuvita Ltda (CNPJ: 46.476.729/0001-30). A Resolução 2.131/2026 também proíbe a venda, a distribuição, a fabricação, a propaganda e o uso do produto. 

 

 

 

O produto Rejuvita 30 ML, divulgado como suplemento alimentar, apresenta indícios de irregularidade sanitária por veicular alegações não permitidas, como efeitos “anti-idade”, “renovação profunda da pele” e “dermocosmético oral”, o que induz o consumidor a erro. O produto apresenta ainda a informação de que é “100% regularizado e aprovado pela Anvisa” é enganosa, além de haver outras inconsistências quanto à identificação do fabricante. 

 

 

 

Mayben Pharmaceutical 

 

Já a Resolução 2.129/2026 ordenou o recolhimento de todos os suplementos alimentares fabricados pela empresa Mayben Pharmaceutical Ltda (CNPJ: 31170914000124). A comercialização, a distribuição, a fabricação, a divulgação e o uso ficam suspensos.  Confira os itens que sofreram sanções fiscais: 

 

 

 

Suplemento alimentar em solução à base de lactulose, marcas Lactben e Lactulose Nativida 

 

Suplemento alimentar em comprimidos à base de cálcio e vitamina D, marca Calcioben D 

 

Suplemento alimentar em comprimidos à base de cálcio, marca Calcioben 

 

Suplemento alimentar em pó de carboidrato e eletrólitos, marca Aqualev 

 

 

 

Durante inspeção sanitária realizada entre os dias 25 e 26 de abril, foi constatado que a empresa apresenta falhas graves nas Boas Práticas de Fabricação, como aestrutura e limpeza inadequadas, falta de controle de temperatura e umidade, exaustão ineficiente, equipamentos danificados, uso de matérias-primas vencidas, mistura inadequada entre linhas de produção, ausência de lavatórios e materiais para higienização das mãos, falhas na rastreabilidade e uso de embalagens impróprias. 

 

 

 

Por Bahia Notícias

 

 

 

 

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